Google no ataque ao Facebook e Twitter
- 10 Fevereiro 2010
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A multinacional californiana que começou por ser um motor de busca lançou esta semana o Google Buzz, uma nova ferramenta que alarga as funcionalidades do Gmail, que se pretende que venha a ser um forte impulsionador da marca Google nas comunidades e redes sociais, segundo as palavras do porta-voz da empresa norte-americana, na apresentação oficial do Buzz à comunicação social.
A mais recente tecnologia desenvolvida pela Google incorpora um serviço que facilita a partilha de vídeos, fotografias e até de páginas de internet, complementados por um sistema de mensagens instantâneas, desenvolvido a partir do Google Talk, inspirado nos primeiros chats de conversação. Uma das mais-valias do Buzz será identificar as pessoas com quem o utilizador troca mais emails, elaborando uma lista de seguidores imediata, a que se podem adicionar todos aqueles que o cibernauta pretender, aplicando a função que o Twitter popularizou. Já a parte de partilha de multimédia é o serviço que mais se assemelha aquilo que o Facebook permite.
Nesta corrida pelas redes sociais, a Google parte, no entanto, com algumas desvantagens e balanços menos positivos em tentativas prévias. O Facebook conta já com mais de 400 milhões de utilizadores, muito acima dos 170 milhões do Gmail, um facto agravado pelo insucesso da multinacional canadiana nas comunidades já lançadas, entre as quais o Orkut – grandemente utilizada, apenas no Brasil – ou o Google Wave, um serviço de chat que permite o trabalho colaborativo, muito elogiado inicialmente, mas ainda com uma taxa de utilização bastante reduzida.
A nova extensão do correio electrónico Gmail, com que a empresa pretende deixar para trás as menos bem-sucedidas incursões nas redes sociais da web, faculta ainda uma opção de localização geográfica, que permitirá o redireccionamento de automático de conteúdos recomendados para o local em que o cibernauta esteja a aceder à internet, bem como mais objectividade para explorar a “publicidade de alvo acertado”, já aproveitada pelo Gmail. O Google Buzz estará também disponível para telemóveis com Sistema o Operativo (OS) da multinacional californiana, o Android, e poderá ainda ser utilizado qualquer iPhone.
A mais recente tecnologia desenvolvida pela Google incorpora um serviço que facilita a partilha de vídeos, fotografias e até de páginas de internet, complementados por um sistema de mensagens instantâneas, desenvolvido a partir do Google Talk, inspirado nos primeiros chats de conversação. Uma das mais-valias do Buzz será identificar as pessoas com quem o utilizador troca mais emails, elaborando uma lista de seguidores imediata, a que se podem adicionar todos aqueles que o cibernauta pretender, aplicando a função que o Twitter popularizou. Já a parte de partilha de multimédia é o serviço que mais se assemelha aquilo que o Facebook permite.
Nesta corrida pelas redes sociais, a Google parte, no entanto, com algumas desvantagens e balanços menos positivos em tentativas prévias. O Facebook conta já com mais de 400 milhões de utilizadores, muito acima dos 170 milhões do Gmail, um facto agravado pelo insucesso da multinacional canadiana nas comunidades já lançadas, entre as quais o Orkut – grandemente utilizada, apenas no Brasil – ou o Google Wave, um serviço de chat que permite o trabalho colaborativo, muito elogiado inicialmente, mas ainda com uma taxa de utilização bastante reduzida.
A nova extensão do correio electrónico Gmail, com que a empresa pretende deixar para trás as menos bem-sucedidas incursões nas redes sociais da web, faculta ainda uma opção de localização geográfica, que permitirá o redireccionamento de automático de conteúdos recomendados para o local em que o cibernauta esteja a aceder à internet, bem como mais objectividade para explorar a “publicidade de alvo acertado”, já aproveitada pelo Gmail. O Google Buzz estará também disponível para telemóveis com Sistema o Operativo (OS) da multinacional californiana, o Android, e poderá ainda ser utilizado qualquer iPhone.
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