Prisioneiro político vai ser libertado por Raúl Castro
- 12 Junho 2010
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A imprensa cubana avança hoje que o repressor regime cubano decidiu libertar Ariel Amaya, um prisioneiro político, por razões de saúde. O cidadão, enclausurado desde 2003, ficou paraplégico na cadeia e será libertado sob esse mesmo fundamento.
Segundo um comunicado da Igreja Católica local, o homem de 46 anos irá receber liberdade condicional durante os próximos dias, embora não tenham ainda sido divulgados mais dados quanto a esta acção, nomeadamente a data, que se mantém desconhecida.
De acordo com as declarações do arcebispo de Havana, Jaime Ortega, o regime de Raúl Castro irá igualmente transferir outros seis detidos para províncias mais próximas das suas zonas residenciais. A recolocação dos prisioneiros, também eles cativos por motivos políticos, deverá acontecer hoje.
A decisão das autoridades cubanas é divulgada cerca de três meses após Barak Obama ter criticado pública e fortemente o clima de repressão vivido em Cuba. Em declarações oficiais, o presidente norte-americano pediu o fim da política de «punho cerrado» naquele país e uma maior abertura internacional, posição que o estadista assumiu na sequência da morte de Orlando Zapata, um dissidente cubano protagonizou greve de fome durante dois meses, num protesto contra as condições dos estabelecimentos prisionais daquela nação.
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Primeiro arranjaram alguém que o pusesse paraplégico e agora que não pode fazer nada nem ir a lado nenhum vão libertá-lo.