Primeiro de Maio violentíssimo na Grécia

Primeiro de Maio violentíssimo na Grécia

A crise económica revelada após décadas de má gestão, falta de controlo e aproveitamentos indevidos na Grécia está na ordem do dia no país. A nação vive actualmente um estado de profundo endividamento público externo, que não agrada em nada à população, que tem demonstrado frequente e violentamente o seu descontentamento em diversas acções um pouco por todo o território.

Hoje, dia 1 de Maio, dia do trabalhador, vários milhares de operários estão reunidos em pontos estratégicos da Grécia, nomeadamente nas imediações do Parlamento e do Ministério das Finanças do país. Neste último local, dezenas de jovens armados com bastões provocaram estragos avultados nos edifícios e atacaram a polícia, que ripostou com gás lacrimogéneo, numa tentativa de dispersar os manifestantes e atenuar a violência por estes perpetrada.

Em Salónica, uma cidade do norte do país, o cortejo do Primeiro de Maio tornou-se num motim levado a cabo por mais de três centenas de pessoas, que prontamente destruíram montras de espaços comerciais e vidros de edifícios de algumas entidades bancárias. A polícia fez os possíveis para evitar estragos de maior, mas as consequências desta fúria em massa são por demais evidentes.

Esta já não é a primeira vez que os cidadãos gregos demonstram violentamente o seu descontentamento face às políticas do Governo e ao estado crítico das finanças da nação. Na base dos últimos motins estão as últimas medidas anunciadas pelo primeiro-ministro George Papandreou, que ditam cortes bruscos nos salários da Função Pública, vários despedimentos e reestruturação de diversos órgãos políticos e de serviços estatais.

Neste momento, a dívida pública da Grécia é de cerca de 300 mil milhões de euros e os títulos destas obrigações a dois anos atingiram o máximo de juros da história, situando-se agora na casa dos 10 por cento. Os números já levaram a União Europeia (UE) e o Fundo Monetário Internacional (FMI) a criarem uma ajuda conjunta, que será activada apenas como último recurso, evitando que a nação se endivide ainda mais pela facilidade concedida, e agudize a já complicada situação de outros países como Espanha e Portugal, uma vez que todos os Estados-membros da União têm de financiar parte deste fundo económico de urgência.

tamentos indevidos de parte da classe política grega está na ordem do dia no país. A nação vive actualmente um estado de profundo endividamento público externo que não agrada em nada à população, que tem demonstrado o seu descontentamento em diversas acções violentas um pouco por todo o território.

Hoje, dia 1 de Maio, dia do trabalhador, vários milhares de operários estão reunidos em pontos estratégicos da Grécia, nomeadamente nas imediações do Parlamento e do Ministério das Finanças do país. Neste último local, dezenas de jovens armados com bastões provocaram estragos avultados nos edifícios e atacaram a polícia, que ripostou com gás lacrimogéneo, numa tentativa de dispersar os manifestantes e atenuar a violência por estes perpetrada.

Em Salónica, uma cidade do norte do país, o cortejo do Primeiro de Maio tornou-se num motim levado a cabo por mais de três centenas de pessoas, que prontamente destruíram montras de espaços comerciais e vidros de edifícios de algumas entidades bancárias. A polícia fez os possíveis para evitar estragos de maior, mas as consequências desta fúria em massa são por demais evidentes.

Esta já não é a primeira vez que os cidadãos gregos demonstram violentamente o seu descontentamento face às políticas do Governo e ao estado crítico das finanças da nação. Na base dos últimos motins estão as últimas medidas anunciadas pelo primeiro-ministro George Papandreou, que ditam cortes bruscos nos salários da Função Pública, vários despedimentos e reestruturação de diversos órgãos políticos e de serviços estatais.

Neste momento, a dívida pública da Grécia é de cerca de 300 mil milhões de euros e os títulos destas obrigações a dois anos atingiram o máximo de juros da história, situando-se agora na casa dos 10 por cento. Os números já levaram a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional a criarem uma ajuda conjunta, que será activada apenas como último recurso, evitando que a nação se endivide ainda mais pela facilidade concedida e agudize a situação de outros países, como Espanha e Portugal, já que todos os Estados-membros têm de financiar parte deste fundo económico de urgência.

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