Aplicado o enforcamento a Ali “O Químico”
- 25 Janeiro 2010
Um dos mais directos colaboradores de Saddam Hussein, o seu primo Hassan al-Majid, mais conhecido por Ali “O Químico”, foi hoje executado pela justiça iraquiana. Esta é a quarta execução das mais altas figuras do antigo regime repressivo instalado por Husseion naquele país do Médio Oriente.
A sentença aplicada ao familiar do ex-ditador do Iraque resulta da concretização da pena de morte por enforcamento ditada pela conclusão de quatro processos independentes. As acusações tinham por base o envolvimento daquele em acções terroristas envolvendo vítimas mortais, a mais grave dos quais numa cidade curda, em 1988, onde foram mortas mais de cinco mil pessoas por inalação de gás tóxico.
O primeiro veredicto foi ditado em Julho de 2007 pelo massacre de Anfal (minoria étnica curda), ocorrido entre Fevereiro e Agosto de 1988. Um ano e meio volvido, a instância máxima da justiça iraquiana condenou Hassan pela participação na sangrenta repressão à revolta xiita que teve lugar em 1991, numa altura em que o país vivia num estado de guerra permanente. Em Março do ano passado foi punido pelo homicídio de cidadãos xiitas em Sadr City, em 1999. No início deste mês, voltou a ser condenado, desta feita por ser o responsável pela ordem que ditou o ataque químico em 1988, na cidade curda de Halabja.
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Menos um, embora para estes sujeitos a pena de morte talvez seja demasiado branda em relação ao que fizeram outros sofrer
Ora aqui está uma boa noticia. Menos um assassino à face da terra. Quem a ferros mata, a ferros morre.
Eu sou contra a pena de morte mas se realmente este senhor cometeu estas atrocidades então talvez seja o melhor castigo.
Sempre é menos um assassino à solta embora eu não seja muito a favor da pena de morte mas neste caso talvez se justifique