Portugal tem de «mudar radicalmente»

Portugal tem de «mudar radicalmente»

As medidas de austeridade impostas pelo Governo na última semana, e o estado actual da economia nacional, vão obrigar a que o país mude «radicalmente de vida». A afirmação pertence ao presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD), Faria de Oliveira, que defende ser esta a atitude certa para os portugueses encarem o futuro, especialmente após a decisão de novo aumento da carga fiscal.

O responsável máximo pela CGD, adverte sobretudo para que se tenha «a capacidade de solidariamente aceitar o inevitável», referindo-se à necessidade de «mudar radicalmente de vida», que vai ser uma acção forçosa porque «o nosso nível de vida vai baixar ao longo dos tempos», sublinha o banqueiro.

Face ao actual momento que o país atravessa, com valores recorde na taxa de desemprego e um défice das contas públicas bastante elevado, o presidente da CGD reforça a ideia que já tinha avançado em entrevistas anteriores aos meios de comunicação, «este é o momento para mudar a sério e realizar as reformas que há muito são imprescindíveis ao progresso» da nação.

Em reposta à questão de como superar o fraco crescimento da economia portuguesa, Faria de Oliveira frisa que «não nos podemos resignar ao aparentemente inevitável crescimento lento da economia», o que há a fazer é «encontrar forma de a acelerar e torná-la mais competitiva», remata.

Os alertas do responsável máximo da CGD foram dados no VIII Fórum Banca e Mercado de Capitais, promovido pelo Diário Económico, que decorreu esta manhã em Lisboa, e contou com a presença dos líderes das maiores entidades bancárias a operar em solo luso.

Related Posts with Thumbnails

Para ler a noticia completa clique aqui.

pub
Pub
Get Adobe Flash player
Copyright © 2012 Piwini. Todos os direitos reservados. - Alojamento Web