Incumprimento grego faz disparar obrigações portuguesas
- 26 Abril 2010
No mesmo dia em que as taxas de juro dos empréstimos à Grécia atingiram o novo recorde de 9,385 por cento, os resultados mais negativos desde 2001, as situações de Portugal e Espanha agravaram-se, com os mercados a reflectirem este sentido de incerteza. No caso nacional, as taxas de juro para as obrigações a dez subiram de 4.985 para 5.141, à semelhança das taxas a dois anos, que estão agora nos 3.595, bem acima dos 2.937 da passada sexta-feira.
Actualmente, o mercado das obrigações dos países da União Europeia regista valores nunca antes vistos pela negativa. Desde a entrada do euro, em 2001, as obrigações de dívida pública de algumas nações começaram a bater recordes, nomeadamente a Grécia, Espanha e Portugal, cujos valores estão situados bastante acima dos que se verificavam antes do lançamento da moeda única.
Perante as últimas notícias, os responsáveis europeus da Alemanha reafirmaram que só disponibilizam a sua parte da verba conjunta UE/FMI se os governantes gregos apresentarem um plano de recuperação económica viável e realista. A mesma posição é assumida pela França, que concorda com a necessidade de ser elaborada uma estratégia credível que dê segurança de o dinheiro creditado vir a ser devolvido a médio prazo.
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Pois é, esses milhões que se pagam de prémios a alguns por boa gestão de empresas que não têm concorrência e onde as tarifas estão constantemente a ser aumentadas às familias Portuguesas davam uma ajudinha no melhoramento da situação Portuguesa, mas não que se sacrifiquem sempre os desgraçados que quase já nem pão têm para comer.