Crescimento da economia nacional na calda da Europa
- 16 Abril 2010
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A economia portuguesa deverá continuar a crescer muito abaixo da média da Zona Euro. A informação é avançada no último estudo da consultora Ernst and Young, que revela ainda a mais do que provável hipótese de o Governo ter de recorrer à subida de impostos para estabilizar as contas públicas.
Na análise apresentada esta sexta-feira, em Bruxelas, as previsões da fraca ascensão da economia nacional estendem-se aos próximos cinco anos, perÃodo durante o qual as dificuldades de evolução do mercado interno se devem manter. Segundo o estudo, realizado em parceria com a Universidade de Oxford, Portugal não deve crescer mais de 1,3 por cento até 2014, ficando assim a 0,7 por cento da média das nações da moeda única, que se deverá situar nos 2 por cento.
A previsão Ernst and Young/Oxford University classifica o crescimento nacional como «muito fraco», referindo-se à hipotética subida de 0,5 que se deve verificar em 2011, ou seja, alguns pontos percentuais abaixo do que está previsto no Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC) apresentado pelo Governo de José Sócrates. Depois do aval positivo a esta estratégia do Poder Central, que passou na Comissão Europeia, com algumas reticências, esta é mais uma estimativa pouco positiva para o futuro da economia nacional.
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Pois não cresce não, o que cresce são as contas bancárias desses politicos e administradores de grandes empresas e lá vai o Zé povinho ter de pagar a factura como sempre.