O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, admitiu nesta quinta-feira que não pode garantir que não haja abusos de poder nos serviços secretos portugueses, mas negou que haja “balbúrdia”, como acusou o Bloco de Esquerda.
O director de Informação demissionário da RDP assumiu ao fim da manhã, numa mensagem colocada no site da televisão e rádio públicas, que foi sua a decisão de acabar com o programa de crónicas Este Tempo e que foi tomada antes da emissão da po...
O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, anunciou hoje no Parlamento que o Governo vai negociar um novo estatuto remuneratório para a PSP para colmatar as “injustiças” mais "gritantes" na disparidade de salários dos agentes.
A renovação de um dos nomes do painel de colunistas do programa de opinião Este Tempo da Antena 1, que não o de Pedro Rosa Mendes, estava a ser discutida há algumas semanas na RDP antes da acusação de alegada censura.
O líder do PS, António José Seguro, questionou o líder do Governo, nesta sexta-feira, durante o debate quinzenal no Parlamento, sobre a decisão de Vasco Graça Moura, hoje noticiada pelo PÚBLICO, de não aplicar o Acordo Ortográfico no Centro Cu...
O líder do PS, António José Seguro, questionou o líder do Governo, nesta sexta-feira, durante o debate quinzenal no Parlamento, sobre a decisão de Vasco Graça Moura, hoje noticiada pelo PÚBLICO, de não aplicar o Acordo Ortográfico no Centro Cu...
O primeiro-ministro garantiu esta manhã, no debate quinzenal, que o Governo não atenta contra a liberdade de opinião.
O primeiro-ministro Pedro Passos Coelho afirmou nesta sexta-feira no Parlamento que o empenho do Governo em aplicar medidas de austeridade e atingir as metas definidas no acordo da troika servirá para evitar que o país ande de “mão estendida”.
O primeiro-ministro português considera que é obrigatório rever as condições de financiamento do sector privado em Portugal. Por isso defende que, em Fevereiro, quando a troika voltar a avaliar o cumprimento do acordo de assistência financeira, o...
O antigo líder do PCP Carlos Carvalhas defende que a dívida pública portuguesa “é impagável”, e que mais tarde ou mais cedo terá de ser renegociada nos seus prazos e juros, e uma parte perdoada.