Mais de 100 passageiros que integravam um cruzeiro da Carnival Corp foram infectados com um vírus gastrointestinal. O incidente envolve um navio da mesma empresa de cruzeiros responsável pelo Costa Concordia, que encalhou e adernou em Janeiro na cost...
Foi uma Finlândia ainda mais gelada do que o habitual que foi às urnas eleger o seu novo Presidente: Sauli Niinisto, ex-ministro das Finanças, conservador e pró-europeu, sucede no cargo à popular Tarja Halonen, no desfecho de eleições que ajudar...
Três tibetanos imolaram-se pelo fogo no Sudoeste da China, em protesto contra a presença chinesa no Tibete, noticiou a Radio Free Asia. São já quase duas dezenas os que recorreram a esta forma de contestação em menos de um ano.
Valter, sem-abrigo. Hideraldo, ex-dependente. Edivaldo, recém-dependente. Vidas na Cracolândia, no meio da acção policial que limpa a zona.
O frio e a neve continuam a matar na Europa. Quase 300 pessoas morreram desde que a camada de ar polar alastrou pelo continente, há quase dez dias. A neve chegou a Paris e ao Reino Unido, limitando as viagens aéreas, e Roma ainda não recuperou da te...
Num discurso de mais de seis horas, por ocasião do lançamento do livro de memórias “Guerrilheiro do Tempo”, o antigo Presidente de Cuba, Fidel Castro, confessou que tinha sido um “equívoco” pensar que o socialismo iria resolver todos os pro...
A polícia egípcia recorreu a gás lacrimogéneo para dispersar os manifestantes que estão concentrados em frente ao Ministério do Interior, no Cairo, em protesto contra a inoperância do Governo para travar violência e motins como o que ocorreu du...
O ex-presidente Fidel Castro reconhece que é um erro acreditar que o socialismo resolve todos os problemas económicos, no seu novo livro de memórias “Guerrilheiro do tempo”, apresentado sábado numa cerimónia pública em Havana.
O ex-presidente Fidel Castro reconhece que é um erro acreditar que o socialismo resolve todos os problemas económicos, no seu novo livro de memórias “Guerrilheiro do tempo”, apresentado sábado numa cerimónia pública em Havana.
Depois do veto à resolução da ONU que exigia o fim da violência na Síria, várias vozes continuavam neste domingo a criticar a posição de Moscovo e Pequim. Aumentam os pedidos de retaliação contra Damasco, Moscovo e Pequim.